COLABORADORES DE TODAS AS UNIDADES DA ASSOCIAÇÃO PELA FAMÍLIA
02/06/2009
O que é viver e trabalhar com educação numa cidade e numa instituição com tantas diferenças?

Como podemos nos conhecer, nos ajudar, nos enriquecer e nos educar pela convivência?

Para responder a essas e outras questões foi criado, este ano, o Projeto Rede de Convivência. A iniciativa,
da qual participam diretores, professores, educadores, alunos, educandos e colaboradores
administrativos, tem como objetivo principal promover discussões e atividades conjuntas entre as
unidades da ASPF.

Durante conversas, dinâmicas e apresentações de trabalhos
do III Fórum da Diversidade ASPF, realizado em 2008, no
Centro Educacional Colibri, surgiu o desejo de uma convivência
maior entre as unidades. Pensava-se, principalmente,
em como poderia ser atenuada a distância física e a
consequente falta de conhecimento sobre o que era desenvolvido
em cada escola e centro educacional. A partir dessas
reflexões, nasceu o Projeto Rede de Convivência.

“Pensamos nesse nome pela possibilidade que dá de construções
de linhas que se cruzam em alguns momentos
formando pontos de intersecção, como se fossem conversas
tecidas que, a cada ano, podem fazer novos caminhos,
novos caminhos, traçando novos desenhos, novas possibilidades de comunicação”, explica
Juliana Davini, uma das idealizadoras do projeto, que também contou com a contribuição de
Anna Thereza, Castor, Maria Ester, Roseli, Stella e das diretoras das unidades da Ação Social.
Para “tecer” essa rede foram formados quatro grupos de trabalho. O G1, constituído pelos diretores
das escolas e centros educacionais, tem como objetivos socializar necessidades ou situações
que ocorrem nas unidades, construir saberes coletivamente e propor ações que envolvam
educadores e diretores.
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